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Origem e história
Trono do Nome Apagado
Tipo: artefato (trono)
Raridade: artefato
Sintonização: requerida (sentar-se voluntariamente; sintonização instantânea)
Peso: imobilizado (pedra)
Propriedades
- Enquanto sentado no trono, o portador exerce aura de autoridade num raio de 30 metros: criaturas inteligentes obedecem comandos simples sem salvaguarda; comandos complexos requerem salvaguarda de Sabedoria CD 20.
- O portador é considerado soberano legítimo de qualquer território onde o trono esteja fisicamente.
- Cargos administrativos, ordens militares, decretos jurídicos pronunciados do trono têm efeito real (são reconhecidos como legítimos por quem ouve).
- Ao se levantar do trono, todas as criaturas que estiveram na presença do portador esquecem imediatamente: o nome do portador, sua aparência, e qualquer ordem específica recebida. Os efeitos das ordens permanecem reais (decretos foram assinados, ordens executadas).
- O esquecimento é completo e permanente. Magia Restauração Maior ou Desejo podem reverter para uma criatura por vez.
- Não há limite numérico — o portador pode sentar e levantar quantas vezes quiser. Cada levantar zera memórias.
Como remover (se amaldiçoado)
- Não há remoção conhecida. Aelfred tentou registrar seu nome em pedra antes do último uso; a pedra estava em branco depois.
- Deseje (magia) lançado pelo portador para "ser lembrado" pode quebrar o efeito para um grupo selecionado, com julgamento do Mestre sobre as consequências.
- Destruir o trono fisicamente requer dano de impacto contínuo equivalente a 1.000 pontos de vida, dano de força ou divino. Resistente a quase tudo mais.
Notas adicionais
- Documentos escritos pelo portador continuam existindo. Mas se o nome do portador estiver no documento, o nome estará em branco ou ilegível para qualquer leitor.
- O portador NÃO esquece a si mesmo — apenas todos os outros esquecem dele.
Como usar este item na sua sessão
Locais para encontrar
Sugestões de onde plantar o item numa campanha.
- Numa câmara selada nos porões do castelo de Marrund — ninguém lembra exatamente como abrir, mas há mapa parcial num arquivo antigo.
- Em ruína subterrânea de cidade afundada; foi colocado lá por sucessores de Aelfred que sabiam o perigo.
- Numa caverna sob montanha sagrada, com guardião divino que tenta impedir uso.
- Em coleção privada de mago lich que estuda o efeito sem se sentar — ele protege com armadilhas.
Rumores e boatos
Frases que NPCs podem soltar para plantar o item antes da entrega.
- "Houve um rei. Houve uma cidade. Houve trinta e dois anos. Não houve nome."
- "Quem se senta nunca mais é cantado. Quem se senta é eficaz."
- "Aelfred não é o nome verdadeiro. É o nome que os escribas tardios chutaram."
Ganchos de aventura
Hooks prontos para introduzir o item como motor de uma sessão.
- Os PJs descobrem a câmara selada e o trono dentro. Ao chegar, percebem que o anterior portador ainda está vivo, idoso, sentado lá — e ninguém no mundo sabe que ele existe. Ele oferece o trono ao grupo, esperançoso.
- Um reino contrata os PJs para impedir um candidato a usurpador de chegar ao trono. Os PJs descobrem que o usurpador chegou — assinou os decretos — e levantou. Os decretos estão valendo. Ninguém sabe quem os assinou.
Para quem é bom
Campanha tier 4 (nível 17+), PJ rei, paladino lendário ou peça-chave de epílogo. Item de coroação melancólica, não de aventura comum.
Prós
- Autoridade real automática em qualquer território onde o trono esteja
- Decretos têm efeito permanente — reforma do reino é possível
- Aura de comando CD 20 contra nobres e clero
Contras
- Esquecimento permanente do nome do portador por todos
- Documentos com o nome ficam em branco ou ilegíveis
- Não há método conhecido de remoção completa
Guia de uso na mesa
Artefato de campanha inteira. Não dê leve. O esquecimento permanente é o tema central — o jogador precisa entender que sentar é poder, levantar é desaparecer. Combine com tom shakespeariano: o PJ pode reformar um reino e nunca ter sido. Para mesas de nível 17+, ou como gatilho de epílogo. NPC Aelfred ainda vivo no porão é cena de coroação melancólica.